FACIM 2026: Visita do Presidente da República Marca Arranque da Participação do INP
Marracuene, Ricatla — O Instituto Nacional de Petróleo (INP) iniciou a sua participação na 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM 2026) com uma mensagem clara: reforçar o conhecimento público sobre o seu papel enquanto Autoridade Reguladora do sector petrolífero em Moçambique.
A feira arrancou no dia 31 de Agosto, em Ricatla, distrito de Marracuene, sob o lema “Transformação Digital e Energética Rumo a uma Economia Sustentável”, reunindo instituições públicas, empresas, investidores e outros actores nacionais e internacionais.
O primeiro dia ficou marcado pela visita do Presidente da República, Daniel Chapo, ao stand de exposição do INP, integrado no Pavilhão do Ministério dos Recursos Minerais e Energia.
O Presidente do Conselho de Administração do INP, Engenheiro Nazário Bangalane, liderou a delegação da instituição, composta por membros do Conselho de Administração, de Direcção e técnicos das diferentes unidades orgânicas.

Regulação mais próxima do cidadão
Na FACIM 2026, o INP apresenta ao público as suas atribuições e competências reforçadas pela Lei do Petróleo n.º 8/2026, de 3 de Junho, que consagra a instituição como Autoridade Reguladora de Petróleo.
Ao longo da feira, os técnicos do INP terão a oportunidade de explicar aos visitantes como a instituição actua nas áreas de regulação, licenciamento, fiscalização, supervisão, monitoria, transparência e gestão de dados do sector petrolífero.
A exposição também apresenta áreas potenciais para pesquisa e produção de hidrocarbonetos, amostra de carotes, conteúdos ligados à Captura, Utilização e Armazenamento de Carbono (CCUS) e à promoção de uma gestão responsável e sustentável dos recursos petrolíferos do país.
Mais do que apresentar projectos, o INP aproveita a FACIM para aproximar a regulação do público, esclarecer dúvidas e mostrar, de forma simples, como a actividade reguladora contribui para a gestão dos recursos petrolíferos de Moçambique.
A participação na FACIM reforça, assim, o compromisso do INP com uma regulação transparente, responsável e próxima do cidadão, ao mesmo tempo que cria um espaço de diálogo e partilha de conhecimento sobre o presente e o futuro do sector petrolífero nacional.





