3º CONCURSO PARA A AQUISIÇÃO DE DADOS SÍSMICOS (2D, 3D) E POTENCIAIS ( AÉREOGRAVIMÉTRICO E MAGNÉTICO)

Confira o anúncio oficial dos resultados do 3º Concurso Para Aquisição de Dados Sísmicos realizado pelo Instituto Nacional de Petróleo (INP) Consulte o anúncio oficial dos resultados no link abaixo.
01-12-2025 | CAPACITAÇÃO DE QUADROS EM PETRÓLEO E GÁS

MOÇAMBIQUE REFORÇA COMPETÊNCIAS EM PETRÓLEO E GÁS: FUNCIONÁRIOS DO ESTADO EM FORMAÇÃO ESTRATÉGICA NO JAPÃO Maputo, 01 de Dezembro de 2025 – Catorze (14) técnicos de várias instituições do Estado, encontram-se em Tóquio, Japão, para participar numa formação especializada em petróleo e gás natural, no âmbito da cooperação entre Moçambique e Japão. A delegação integra representantes do Tribunal Administrativo, Ministério das Finanças, Autoridade Tributária de Moçambique, Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) e Instituto Nacional de Petróleo (INP). A formação, que decorre de 25 de Novembro a 12 de Dezembro de 2025, resulta do Memorando de Entendimento entre a Japan Organization for Metals and Energy Security (JOGMEC), o INP e a ENH. Ao longo das três semanas, os participantes irão aprofundar conhecimentos essenciais sobre gás natural e Gás Natural Liquefeito (GNL), incluindo desenvolvimento de recursos upstream, tecnologias de liquefação, terminais de recepção, gestão de projectos EPC, logística, métodos de construção modular, operações FLNG, análise económica, ambiente e segurança. O programa prevê ainda visitas técnicas à instalações de regaseificação de GNL no Japão, permitindo contacto directo com práticas avançadas da indústria. O Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, destaca a importância estratégica desta capacitação para o país. “A formação contínua, resultante da nossa sólida cooperação com o Japão, é fundamental, pois permite transferir conhecimento tecnológico, capacitando os nossos quadros para gerir de forma eficiente e sustentável os nossos vastos recursos petrolíferos. Representa um investimento directo na capacidade técnica e reforço da soberania nacional.” Os beneficiários da formação demonstraram igual entusiasmo. Para Sandra Cuna, técnica do INP, o treinamento é uma “oportunidade distinta de imersão no complexo e empolgante mundo da indústria de petróleo e gás”, que irá enriquecer profundamente a experiência profissional, no domínio da planificação e modelagem económica dos projectos de petróleo e gás em Moçambique. “Um treinamento em GNLé oportuno, considerando o número de projectos de GNL que Moçambique possui actualmente. Esperamos que este treinamento possa munir-nos de conhecimentos para a participação nos projectos em fase de desenvolvimento e produção e transmitir bases técnicas sólidas para avaliações de reservas e melhor gestão das respectivas participações do Estado, considerou”, Zélio Chaúque, técnico da ENH. Jossefa Numaio, funcionário do Tribunal Administrativo (TA), considerou que os conhecimentos adquiridos na formação em GNL ajudarão no aperfeiçoamento da acção fiscalizadora do TA, bem como na aplicação de maior rigor no controlo da gestão das receitas geradas pela exploração dos recursos petrolíferos. Por sua vez, Neltone Foquiço do INP realça a relevância da componente contratual, porquanto “vai ajudar-nos a compreender melhor as práticas de negócio que regem a indústria de petróleo e gás a nível global.“ A iniciativa reitera o compromisso de Moçambique em desenvolver o seu capital humano para garantir a excelência na pesquisa, exploração e gestão dos seus recursos naturais. Refira-se que o programa de formação (Overseas Training Program), está activo desde Maio de 1989, e tem como objectivos primários reforçar competências técnicas e fortalecer o relacionamento entre o Japão e os países produtores de petróleo e gás, incluindo Moçambique. Ao mesmo tempo, a iniciativa representa uma oportunidade para actualizar conhecimentos em áreas como produção offshore, gestão de dados sísmicos e análise de modelos regulatórios internacionais.
20-11-2025-MOÇAMBIQUE APROVA CONCESSÃO PARA TERMINAL DE GÁS NATURAL LIQUEFEITO E AUTORIZA MEDIDAS PARA A RETOMA DO PROJECTO GOLFINHO/ATUM

O Conselho de Ministros aprovou, durante a 39.ª Sessão Ordinária, o Decreto que atribui a concessão para a Construção e Operação de Infra-estruturas para visando a recepção, armazenamento, regaseificação e transporte de gás natural no Porto da Beira e em Inhassoro. A decisão confere ao concessionário, uma Entidade de Objecto Específico (EOE), constituído pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, E.P (ENH, E.P) e outras empresas do Sector Empresarial do Estado (SEE), tais como Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Electricidade de Moçambique (EDM), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) e parceiros com capacidade técnica e financeira a serem seleccionados pelo Governo, o direito exclusivo de financiar, construir, importar e operar a terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) e o gasoduto Moçambique-África do Sul (ROMPCO). O projecto assenta numa unidade flutuante de armazenamento e regaseificação (FSRU) ancorada na Beira e Inhambane, e conectada ao gasoduto atrás referido. O mesmo, visa garantir que o país tenha infra-estruturas necessárias para o transporte de GNL proveniente dos diferentes projectos em implementação na Bacia do Rovuma, assim como garantir a sustentabilidade da industrialização do país através da quota do gás dedicado ao mercado doméstico. O contrato, com um prazo de 30 anos após a aprovação do Plano de Desenvolvimento, integra requisitos de conteúdo local, seguros, garantia de performance e a criação de um Fundo de Desmobilização para assegurar a reabilitação das infra-estruturas no final do projecto. Na mesma sessão, o Governo aprovou a Resolução sobre a retoma do Projecto de Gás Natural Liquefeito Golfinho/Atum, implementado na Área 1 Offshore da Bacia do Rovuma, determinando a realização e validação de uma auditoria aos custos incorridos durante o período de Força Maior. A auditoria servirá de base para a aprovação da Adenda ao Plano de Desenvolvimento do projecto referido e reforça o compromisso de o Governo acompanhar de perto a implementação do empreendimento nas matérias técnicas, económicas, de segurança e de responsabilidade social. O Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, saudou as duas decisões, afirmando que “representam um avanço significativo para a estabilidade energética bem como para a credibilidade de Moçambique enquanto produtor e exportador de gás natural”. Sobre a concessão para a Construção e Operação de Infra-estruturas, destacou que o projecto“posiciona aquela região do país como um novo polo logístico de gás natural”, enquanto sobre o projecto Golfinho/Atum reforçou que “a auditoria aos custos e a monitoria contínua garantem transparência e condições sólidas para a retoma segura do projecto”. Com estas aprovações, Moçambique avança simultaneamente em duas frentes. Por um lado, a criação de um hub de gás natural na Beira e Inhambane, que diversifica e reforça o abastecimento nacional e, por outro, o relançamento do maior projecto de GNL em terra do país, fundamental para a harmonização dos mercados regionais e globais de gás natural bem como para o fortalecimento da posição de Moçambique e respectiva projecção internacional. Para mais informações contacte-nos pelos seguintes meios: Telefone: 839511000 | email: comunicacao@inp.gov.mz | www.inp.gov.mz
05-11-2025 | CUIDAR TAMBÉM É REGULAR COM RESPONSABILIDADE – INP PROMOVE CULTURA DE CUIDADO E RESPONSABILIDADE COM A SAÚDE

O Instituto Nacional de Petróleo (INP) assinalou no dia 31 de Outubro de 2025 as campanhas Outubro Rosa/Novembro Azul, com uma palestra dedicada à prevenção do cancro da mama e da próstata, promovendo um momento de partilha, reflexão e valorização da saúde dos seus funcionários e, por sessa via, dos seus ente queridos. A iniciativa, que reuniu todos os funcionários, destacou a importância de cuidar da saúde como um acto de responsabilidade pessoal e institucional, e convidou os participantes a reflectirem sobre a prevenção e o diagnóstico precoce como instrumentos de protecção da vida, com o mesmo espírito de vigilância, transparência e responsabilidade que norteia a actuação do INP na regulação do sector de hidrocarbonetos. Durante a abertura, o Presidente do Conselho de Administração do INP, Eng. Nazário Bangalane, sublinhou que “o verdadeiro progresso começa quando cuidamos de quem faz o país avançar”, destacando a importância de cultivar uma cultura institucional que valoriza o bem-estar, a prevenção e o compromisso colectivo. A palestra contou com a intervenção do Dr. Adelino Uandela e da Enfermeira Adelaide Regina, especialistas que abordaram temas sobre factores de risco, diagnóstico precoce e hábitos saudáveis, alertando para a necessidade de romper tabus e incentivar o diálogo sobre a saúde masculina e feminina. Os funcionários aderiram com entusiasmo à iniciativa, vestindo as cores rosa e azul, símbolos de solidariedade e união em torno das duas causas, e participaram num momento de confraternização e partilha, encerrando a sessão num ambiente de inspiração e empatia. Com esta acção, o INP reafirma que a responsabilidade e o cuidado, princípios centrais na regulação do sector petrolífero, também devem orientar a forma como cada colaborador cuida de si e dos outros.A instituição demonstra, assim, que a ética, a prevenção e o compromisso com a vida são valores transversais à sua missão de promover um sector petrolífero eficiente, sustentável e centrado nas pessoas.
22-10-2025 | XV CONFERÊNCIA ANUAL DA RELO-MOÇAMBIQUE REAFIRMA COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA

Moçambique acolhe a XV Conferência Anual da Associação de Reguladores de Energia dos Países de Língua Oficial Portuguesa (RELOP) e a XXII Assembleia Geral da associação, nos dias 22 a 23 de Outubro, em Maputo, sob o lema “Regular para a Sustentabilidade Energética dos Países de Língua Portuguesa”. Os eventos, coorganizados pelo Instituto Nacional de Petróleo (INP) e pela Autoridade Reguladora de Energia (ARENE), reúnem reguladores de energia dos países lusófonos, decisores políticos, especialistas parceiros de cooperação dos países da CPLP, com o objectivo de fortalecer os laços de cooperação e promover uma transição energética justa e sustentável no espaço lusófono. Na sessão de abertura, a Directora de Planificação e Cooperação do MIREME, Marcelina Joel, em representação do Ministro dos Recursos Minerais e Energia, destacou que “o sector de energia é um pilar fundamental do desenvolvimento económico e social, e a regulação assume um papel estratégico e determinante para criar condições de investimento com segurança jurídica, previsibilidade e respeito pelo interesse público”. A dirigente acrescentou que “a realização desta conferência em Moçambique demonstra o compromisso do país com a diversificação energética, o reforço das energias renováveis e a expansão do acesso à energia em todo o território nacional”. O Administrador do Pelouro de Projectos e Desenvolvimento, José Branquinho, que falava em representação do Presidente do Conselho de Administração do INP, Vice-Presidente da Assembleia da RELOP, referiu que “a presença dos reguladores da CPLP em Maputo reforça a posição de Moçambique como actor regional comprometido com a sustentabilidade energética e com a partilha de boas práticas que beneficiem o desenvolvimento dos nossos povos”. José Branquinho, acrescentou ainda que “este encontro representa uma oportunidade para partilhar boas práticas, fortalecer capacidades regulatórias e promover um ambiente favorável ao investimento no sector energético, com impacto directo no crescimento e bem-estar das populações”. Refira-se que, a RELOP, é uma associação que congrega reguladores de energia dos países de língua portuguesa e tem como missão promover o intercâmbio de experiências, o fortalecimento institucional e a harmonização das práticas regulatórias, contribuindo para mercados de energia mais estáveis, competitivos e sustentáveis. Antecederam a XV Conferência Anual da RELOP, o 5.º Seminário de Energia e Clima da CPLP e o Colóquio CPLP sobre Transição Energética, ocorridos nos dias 20 e 21 de Outubro, respectivamente. Para mais informações contacte:comunicacao@inp.gov.mz | www.inp.gov.mz
02-10-2025 | Coral Norte Alcança Decisão Final de Investimento e Consolida Moçambique como Potência Energética

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, presidiu esta quinta-feira, 2 de Outubro de 2025, em Maputo, a cerimónia da assinatura da Decisão Final de Investimento (FID) do Projecto Coral Norte FLNG, um dos maiores empreendimentos de gás natural liquefeito (GNL) em desenvolvimento no país, liderado pela multinacional ENI e seus parceiros da Área 4. Com um investimento de cerca de 7,2 mil milhões de dólares e início de produção previsto para 2028, o Coral Norte FLNG permitirá a produção de 3,55 milhões de toneladas de GNL por ano, elevando a capacidade total de Moçambique para 7 milhões de toneladas anuais e posicionando o país como o 14.º maior exportador mundial e o 4.º em África. No seu discurso, o Presidente da República destacou a importância estratégica do projecto para a economia nacional e para a transição energética global. “Estamos a transformar gás em energia, energia em indústria, indústria em empregos e empregos em dignidade. O Coral Norte é um passo decisivo para a independência económica de Moçambique e para melhorar a vida de milhões de moçambicanos”, referiu. O Chefe de Estado sublinhou que a situação em Cabo Delgado está estabilizada, criando condições para a retoma de projectos interrompidos e reforçando a confiança dos investidores. “Cabo Delgado está a renascer. Moçambique reafirma-se como um país seguro e confiável para investir, comprometido com a estabilidade, o Estado de Direito e o desenvolvimento sustentável”, afirmou. O Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, que participou na cerimónia acompanhado pelos membros do Conselho de Administração e outros quadros de INP que participaram activamente na avaliação do Plano de Desenvolvimento do Coral Norte FLNG, destacou o impacto transformador do Coral Norte nos seguintes termos: “Este projecto representa um salto qualitativo na exploração dos nossos recursos e vai permitir ao país arrecadar receitas ao longo da sua vida útil, criar empregos e contratos para empresas moçambicanas para fornecimento de bens e serviços”. Refira-se que o projecto prevê gerar cerca 23 mil milhões de dólares de recitas, mais de 1400 empregos e um volume de cerca de 800 milhões de dólares em contratos para empresas moçambicanas nos primeiros seis anos, com potencial para ultrapassar os 3 mil milhões de dólares.” Bangalane acrescentou que o Instituto Nacional de Petróleo reafirma o seu compromisso em garantir que os recursos petrolíferos de Moçambique sejam explorados com eficiência, sustentabilidade e em benefício de todos os moçambicanos. Recorde-se que a jornada começou em 2006, com a assinatura do contrato de concessão da Área 4 da Bacia do Rovuma, passando pela pesquisa e descobertas em vários campos localizados nesta Bacia Sedimentar, incluindo o Campo Coral. O sucesso do Coral Sul FLNG, a primeira fábrica flutuante de GNL em águas ultraprofundas de África, cuja primeira produção iniciou em 2022, já permitiu a exportação de mais de 123 carregamentos de gás natural e 17 de condensados para mercados asiáticos e europeus, criou as bases técnicas, económicas e de confiança necessárias para esta nova etapa. Com a Decisão Final de Investimento do Coral Norte FLNG, Moçambique consolida a sua posição no mapa energético global, como um parceiro energético estratégico a nível global e abre um novo ciclo de desenvolvimento económico e social baseado na valorização dos seus recursos naturais.
22-09-2025 | 10º CONSELHO COORDENADOR DO MIREME ARRANCA COM FOCO EM REFORMAS E PROJECTOS ESTRUTURANTES

O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, abriu, esta Segunda-feira, o 10º Conselho Coordenador do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), realizado sob o lema “Promovendo o Acesso e Uso Local dos Recursos Minerais e Energéticos, Rumo ao Desenvolvimento Integrado de Moçambique”. Durante dois dias, membros do Governo, técnicos do sector e parceiros analisam os principais desafios e avanços na área de mineração, combustíveis, gás natural e energia, alinhados ao Plano Quinquenal do Governo 2025-2029. “Este Conselho deve ser um espaço de reflexão franca e definição de caminhos concretos para respondermos às expectativas do nosso povo. Só com disciplina, transparência e compromisso colectivo poderemos transformar os nossos recursos em riqueza para todos os moçambicanos”, afirmou o Ministro Pale. Na sua intervenção, o Ministro Pale destacou avanços no licenciamento mineiro, com a emissão de 1.858 títulos em 2024, representando 69% dos pedidos pendentes. Foram ainda identificadas dívidas fiscais de 2,15 mil milhões de Meticais, das quais já foram arrecadados 301,3 milhões. No âmbito do Programa Energia para Todos, o Ministro anunciou que, só no primeiro semestre de 2025, foram realizadas 264.321 novas ligações eléctricas, elevando a taxa de acesso à energia para 64%, rumo à meta da universalização até 2030. Na área do gás natural, Pale mencionou a aprovação do Projecto Coral Norte FLNG, em Abril do corrente ano, que vai produzir e liquefazer gás natural a partir de uma plataforma flutuante e gerar 23 mil milhões de dólares norte americanos de receitas para o Estado. Trata-se de uma réplica do modelo Coral Sul FLNG, que está em operação desde 2022, e já exportou 120 carregamentos de GNL e 17 de condensado para o mercado internacional, gerando mais de 235 milhões de dólares em receitas para o Estado. Ainda no domínio de gás natural, o Ministro revelou que em Novembro próximo será inaugurada a Infraestrutura de Processamento de Hidrocarbonetos em Inhassoro, operado pela petrolífera sul africana Sasol, que permitirá produzir gás natural, petróleo leve e GPL, também conhecido como gás de cozinha, no âmbito do PSA, que vai reforçar a disponibilidade deste recurso energético no mercado doméstico. “Estamos a preparar Moçambique para ser não apenas um produtor, mas também um fiscalizador firme e um participante activo nos grandes projectos energéticos”, frisou Pale. À margem da reunião, o Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo (INP), Nazário Bangalane, sublinhou que os resultados alcançados confirmam o compromisso do regulador em assegurar transparência, rigor e maximização dos ganhos para o país. “O INP tem estado a reforçar a fiscalização, o controlo de custos recuperáveis e a medição da produção. O nosso foco é garantir que os recursos beneficiem directamente os moçambicanos, em particular as comunidades locais”, destacou o PCA. O encontro debate ainda a revisão das Leis de Minas, Petróleos e Conteúdo Local, bem como a regulamentação da Lei da Electricidade, reformas consideradas essenciais para a industrialização, criação de empregos e justiça na distribuição dos benefícios dos recursos naturais. Para mais informações, queira, por favor contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar a nossas páginas www.inp.gov.mz, facebook e LinkedIn, para estar a par desta e outras matérias de destaque.
ANÚNCIO DE CONCURSO PÚBLICO

TERCEIRO CONCURSO PARA AQUISIÇÃO DE DADOS GEOFÍSICOS NAS BACIAS SEDIMENTARES DE MOÇAMBIQUE Na sequência da necessidade de extensão da avaliação do potencial petrolífero do território nacional e cobertura em dados geofísicos, o Instituto Nacional de Petróleo (INP), anuncia o lançamento do terceiro concurso para aquisição dos dados supramencionados no dia 17 de Setembro de 2025, no Jornal Notícias e na página oficial do INP. O prazo de submissão de candidaturas é de 45 dias a contar da data de publicação do anúncio. Os Termos de Referência bem como as Coordenadas das Áreas em Concurso podem ser consultados nos PDFs em anexo. ANÚNCIO DE CONCURSO (Termos de Referência) COORDENDAS DAS ÁREAS EM CONCURSO (Anexo 1)
29-07-2025 | SADC-INP APONTA O GÁS NATURAL COMO MOTOR DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E DESENVOLVIMENTO NA REGIÃO

O Instituto Nacional de Petróleo (INP), em representação do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), participou esta Terça-feira na sessão plenária do seminário regional “Liderança Parlamentar: Transição Energética e Economia do Petróleo e Gás na SADC”, que decorre em Maputo, de hoje até ao dia a 31 de Julho corrente. No painel intitulado “Experiências dos Países: Receitas de Combustíveis Fósseis e a Transição para Energias Renováveis”, o INP partilhou a abordagem estratégica de Moçambique sobre a utilização do gás natural como energia de transição e motor do desenvolvimento económico. A intervenção do Presidente do Conselho de Administração do INP, Eng.º Nazário Bangalane, destacou os ganhos já alcançados no sector e a relevância do recurso na construção de uma matriz energética equilibrada, inclusiva e sustentável. “Moçambique está a posicionar o gás natural não apenas como uma commodity estratégica de exportação, mas como um pilar estruturante do nosso modelo de desenvolvimento. Este recurso permite gerar energia mais limpa, receitas, estimular a industrialização e assegurar uma transição energética justa, faseada e financeiramente viável. E por apresentar menor intensidade de carbono, comparativamente a outros combustíveis fósseis, o gás natural, constitui uma componente-chave na Estratégia de Transição Energética, aprovada em 2023”, afirmou Bangalane. O PCA referiu-se ainda ao potencial de hidrocarbonetos de Moçambique, estimado em 180 triliões de pés cúbicos (TCF) de gás natural, parte do qual já é produzido, destacando o projecto Coral Sul FLNG, localizado na Área 4 da Bacia do Rovuma, que já realizou 126 carregamentos de gás natural liquefeito até Junho último. Este projecto, o primeiro FLNG (Floating Liquefied Natural Gas) em águas ultra-profundas em operação no mundo, posiciona Moçambique como um dos principais exportadores globais de gás natural e contribui significativamente para a segurança energética mundial. “As receitas fiscais, as infraestruturas desenvolvidas e a transferência de conhecimento técnico proporcionadas pelos projectos de gás natural devem ser inteligentemente mobilizadas para diversificar a nossa matriz energética e assegurar benefícios tangíveis para as gerações presentes e futuras. Por isso, o INP continuará a assegurar uma regulação técnica e rigorosa, alinhada com as melhores práticas internacionais e os compromissos ambientais assumidos pelo país”, concluiu o PCA, Nazário Bangalane. Organizado pela Assembleia da República, em parceria com o Fórum Parlamentar da SADC (SADC PF), a Southern Africa Resource Watch (SARW) e o Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), o evento reúne parlamentares da região, especialistas em energia, sociedade civil e entidades governamentais, com o propósito de reforçar o papel da liderança parlamentar nas políticas de transição energética e mudanças climáticas. Para mais informações sobre esta e outras matérias, favor de contactar o Instituto Nacional de Petróleo.
16-06-25 | INP POSICIONA MOÇAMBIQUE COMO PLATAFORMA TECNOLÓGICA DE GÁS NATURAL NA EXPO OSAKA 2025

Falando aos presentes, o Instituto Nacional de Petróleo (INP) reafirmou hoje a sua ambição de tornar-se uma referência em inovação regulatória e desenvolvimento sustentável dos recursos petrolíferos, durante a sua participação na Expo Osaka 2025. Ao intervir nas celebrações do Dia Nacional de Moçambique, no painel subordinado ao tema “Emponderando Vidas (Educação, e Trabalho utilizando a Inteligência Artificial e Robótica)”, o INP destacou o papel do nosso país como fornecedor de gás natural fiável, e comprometido com o progresso inclusivo e com o uso de tecnologias avançadas em toda a cadeia de valor de pesquisa e produção de hidrocarbonetos. Reiterou que Moçambique dispõe de mais de 180 triliões de pés cúbicos (Tcf) de gás natural in situ, dos quais 135 Tcf são tecnicamente recuperáveis. Esta dotação consolidada, já sustenta quatro grandes projectos de Gás Natural Liquefeito (GNL), nomeadamente os Projectos Coral Sul FLNG, que já produz e exporta gás natural liquefeito para o mercado internacional, Golfinho/Atum, Rovuma LNG e Coral Norte FLNG, recentemente aprovado, confirmando o estatuto do país como um dos principais fornecedores emergentes para os mercados internacionais. Durante a intervenção, o INP deu a conhecer um conjunto de acções estratégicas em preparação para modernizar a regulação e elevar a eficiência na governação do sector petrolífero. Entre estas acções, destacam-se o desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial para reforçar a fiscalização remota e sistemas digitais para automatizar os processos de monitoria e fiscalização das operações petrolíferas em tempo real. Estas medidas fazem parte de um plano de transformação institucional, centrado na transparência, resposta ágil e sustentabilidade operacional. Alinhado com o tema do evento, o INP anunciou igualmente que pretende trabalhar com instituições de ensino e centros de formação com vista à introdução de conteúdos sobre robótica, ciência de dados, automação e inteligência artificial. O objectivo é assegurar que os jovens moçambicanos adquiram as competências exigidas pela indústria petrolífera do futuro, tornando-se protagonistas da inovação no sector. A apresentação do INP na Expo Osaka também serviu como plataforma para reforçar o apelo a novas parcerias internacionais, tendo por isso convidado governos, investidores e organizações multilaterais a juntarem-se ao esforço de Moçambique para promover uma regulação inteligente, formar profissionais especializados e garantir o aproveitamento responsável do gás natural como vector de desenvolvimento económico. “Moçambique está comprometido com uma regulação ética, digital e orientada para o futuro. Com recursos naturais abundantes, soluções tecnológicas e capital humano qualificado, temos todas as condições para desempenhar um papel relevante no panorama energético global”, afirmou o Reinaldo de Almeida, Director de Desenvolvimento Institucional e Conformidade no INP, tendo salientado que a transformação do sector só será sustentável se for acompanhada por investimento estratégico no capital humano moçambicano. A Expo 2025 Osaka é uma exposição que decorre de 13 de Abril a 13 de Outubro de 2025 na ilha artificial de Yumeshima, em Osaka, no Japão. Sob o lema “Projectando a Sociedade do Futuro para as Nossas Vidas”, o evento reunirá mais de 150 países e organizações internacionais e estima-se que acolha mais de 28 milhões de visitantes ao longo dos seis meses de actividades. A presença de Moçambique na Expo Osaka 2025 confirmou a visão de um país que não apenas exporta energia, mas também constrói soluções para um desenvolvimento sustentável, baseado em conhecimento, inovação e responsabilidade partilhada. Para mais informações, contacte o Instituto Nacional de Petróleo.
INP DESTACA PAPEL ESTRATÉGICO DA ROMPCO NO DESENVOLVIMENTO DO GÁS NATURAL EM MOÇAMBIQUE

O Instituto Nacional de Petróleo (INP) enalteceu, esta quarta-feira, ( 04-06-2025) a contribuição determinante da ROMPCO (Republic of Mozambique Pipeline Investments Company) para o crescimento do sector do gás natural no país, durante o jantar de gala alusivo à celebração do 25.º aniversário da empresa, acto antecedido pela cerimónia de inauguração do seu novo escritório em Maputo. Intervindo no evento, o Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, sublinhou que a ROMPCO tem sido “um parceiro estratégico na implementação da visão nacional de transformar os recursos naturais em motores de desenvolvimento sustentável”. A empresa, que resulta de uma parceria entre o Governo de Moçambique, a Sasol e outras entidades do sector privado, gere o gasoduto Moçambique–Secunda (MSP), uma infraestrutura de 867 km que liga os campos de Pande e Temane, na província de Inhambane, à vizinha República da África do Sul. Este gasoduto foi construído na sequência do acordo assinado em Outubro de 2000 e tem sido determinante para o escoamento de gás natural e dinamização da economia moçambicana e sul-africana. “Este gasoduto representa não apenas uma infraestrutura de transporte de energia, mas também um símbolo de uma parceria público-privada bem-sucedida, com impacto directo na economia nacional e na região”, afirmou o PCA do INP. Com uma capacidade de transporte que evoluiu de 122 MGJ/ano para 212 MGJ/ano, graças à implementação de compressores e looplines, bem como a instalação de cinco pontos de toma no território nacional, a ROMPCO tem desempenhado um papel relevante no reforço do mercado doméstico de energia. Os pontos de interligação localizam-se em Funhalouro, Chókwè, Magude (dois) e Moamba. Durante a cerimónia, Bangalane reiterou o apelo à ROMPCO para que “alargue o seu contributo através de projectos com impacto directo nas comunidades locais, programas de capacitação de quadros nacionais e maior alinhamento com as metas de conteúdo local”. A abertura do novo Escritório em Maputo representa, segundo o INP, “um passo importante para consolidar a presença institucional da ROMPCO em Moçambique e aprofundar os laços de cooperação com os diversos actores do sector energético”. A ROMPCO é detida conjuntamente pelo Governo de Moçambique, através da CMG (40%), pela South African Gas Development Company iGas (40%), e pela petrolífera sul africana Sasol (20%). Desde a sua criação, a empresa tem contribuído para a integração dos mercados transfronteiriços e crescimento da distribuição de gás natural em Moçambique e África do Sul. Para mais informações, contacte o Instituto Nacional de Petróleo
28-05-2025 | INP REAFIRMA O PAPEL DA DIVERSIFICAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

O Instituto Nacional de Petróleo (INP) participa, desde 27 de Maio corrente, na II Conferência de Energia da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que decorre no Centro de Congressos do Estoril, em Portugal. A delegação do INP é chefiada pelo Administrador de Projectos e Desenvolvimento, José Branquinho. Refira-se que o INP é Vice Presidente da Associação dos Reguladores de Energia dos Países de Língua Portuguesa (RELOP). José Branquinho interveio esta manhã no painel dedicado à diversificação de combustíveis a nível dos países membros da CPLP, à margem da III Reunião de Ministros da Energia da CPLP, partilhando a visão e as acções de Moçambique no quadro da transição energética e da segurança do abastecimento, com enfoque para o aproveitamento do gás natural como vector estratégico de desenvolvimento. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
TERCEIRO CONCURSO LIMITADO PARA AQUISIÇÃO DE DADOS GEOFÍSICOS E GEOLÓGICOS – CANCELAMENTO DO CONCURSO

O Instituto Nacional de Petróleo, comunica às empresas de prestação de serviços e ao público em geral que o 3º Concurso Limitado para Aquisição de Dados Sísmicos e Potenciais, lançado no dia 08 de Novembro de 2024, através da sua página oficial, foi cancelado por motivos relacionados à necessidade de revisão e aprimoramento dos Termos de Referência. Leia mais aqui.
20-05-25 | FACIM 2025 – INP REFORÇA PREPARATIVOS SOB COORDENAÇÃO DO MIREME

A Feira Internacional de Maputo (FACIM 2025) já mexe com várias sensibilidades a nível do sector de energia e de mineração no país e o Instituto Nacional de Petróleo (INP) está na linha da frente dos preparativos do sector de hidrocarbonetos para a edição jubileu da FACIM 2025, que assinala os 60 anos do maior certame comercial e de negócios do país. É neste contexto que no âmbito da coordenação, liderada pelo Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), o INP participou, a 16 de Maio corrente, no encontro estratégico do sector, reunindo entidades públicas, privadas, subordinadas e tuteladas. O objetivo central é garantir uma presença sólida, alinhada e estratégica do sector na FACIM, que este ano decorre de 25 a 31 de Agosto, no recinto de Ricatla, no Distritto de Marracuene. António Manda, Secretário Permanente do MIREME, destacou a importância de uma participação exemplar por parte do sector extractivo e energético, sublinhando o contexto simbólico do evento, em que o Moçambique celebra 50 anos da independência nacional. Manda apelou à criatividade e inovação nas exposições, transformando os stands do pavilhão do MIREME em plataformas de promoção dos valores da unidade nacional, paz e patriotismo, com especial enfoque na juventude visitante. O INP, em coordenação com as demais instituições do sector, está a trabalhar para assegurar uma presença impactante, que evidencie os avanços do país na indústria de petróleo e gás, bem como as oportunidades de investimento em curso. A FACIM 2025 deverá reunir mais de 2000 expositores nacionais e internacionais, oriundos de mais de 20 países, reforçando o seu papel como plataforma privilegiada de negócios, promoção de investimentos e troca de experiências em sectores estratégicos como alimentos, bebidas, maquinaria, energia e mineração. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
05-05-25 | INP É PAINELISTA DA 11ª EDIÇÃO DO MMEC

O Instituto Nacional de Petróleo participa, esta semana, como orador de destaque na 11ª Edição da Conferência e Exposição de Mineração e Energia de Moçambique (MMEC 2025), um dos mais importantes fóruns regionais dedicados aos sectores extractivos. Sob chancela do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), a MMEC, reúne, na capital do país, decisores governamentais, representantes da indústria, empresários, peritos e críticos para discutir os mais recentes desenvolvimentos nos sectores da mineração, petróleo e gás, e identificar soluções para os desafios que se impõem, numa conjuntura marcada pelo anúncio de novos financiamentos e projectos de pesquisa e produção de gás natural. De acordo com o Presidente do INP, Nazário Bangalane, a participação do INP na presente edição, reforça o compromisso contínuo com a promoção e fiscalização do sector petrolífero, destacando o papel estratégico que o INP tem desempenhado ao longo dos últimos 20 anos na consolidação e crescimento da indústria. Serão igualmente apresentadas reflexões sobre o impacto dos novos instrumentos normativos do Conteúdo Local e na melhoria das condições sócio-económicas das comunidades impactadas pelos investimentos da indústria de petróleo e gás. O INP estará representado por uma delegação de alto nível, que vai intervir em sessões temáticas, nomeadamente, a mesa redonda de especialistas internacionais trazendo uma abordagem comparada sobre aspectos legais de petróleo, gás, mineração e energia, a sessão sobre o ponto crítico da pesquisa a montante, cujo o debate vai centrar nas estratégias para atrair o investimento global e expandir o sector de pesquisa e produção de hidrocarbonetos em Moçambique, e, por último, o painel focado em políticas sustentáveis de conteúdo local, industrialização do país e cadeia de valor em Moçambique. Sob o lema, “Investir Numa Nova Era: Transformar os Recursos Naturais de Moçambique para Impulsionar a Industrialização e a Integração Regional, esta conferência decorre no Centro de Conferências Joaquim Chissano nos dias 7 e 8 de Maio, prevendo-se a participação de mais de 600 delegados, entre nacionais e internacionais, incluindo mais de 70 oradores de diferentes áreas, distribuídos por 10 sessões especializadas. A MMEC constitui uma plataforma para a troca de conhecimentos e transferência de tecnologia para a cadeia de valor da mineração e energia moçambicana. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
21-04-2025-REFORMAS LEGISLATIVAS EM CURSO EM MOÇAMBIQUE VISAM FORTALECER O INVESTIMENTO E O CONTEÚDO LOCAL

Integradas no novo ciclo governativo sob liderança de Daniel Francisco Chapo, Presidente da República, estão em curso reformas legislativas orientadas para a materialização das aspirações do povo moçambicano. Estas reformas têm como objectivo central a criação de um ambiente mais favorável ao investimento e a promoção de uma participação mais activas de cidadãos e entidades nacionais ao longo de toda a cadeia de valor da indústria petrolífera. Adicionalmente, pretende-se, no âmbito destas reformas, consolidar os ganhos do Estado, assegurar benefícios concretos para as comunidades, reforçar as atribuições do Instituto Nacional de Petróleo (INP) e fortalecer o papel da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, E.P. (ENH, E.P). Segundo o Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, a complexidade e volatilidade da indústria petrolífera, aliadas às constantes reconfigurações geopolíticas e comerciais, bem como os crescentes desafios internos de desenvolvimento socio-económico, tornam imperativa a adopção de medidas ajustadas à nova realidade do sector. Nesse sentido, a revisão do actual quadro legal apresenta-se como uma necessidade incontornável. “A legislação que rege o sector petrolífero deve, de facto, evoluir para se tornar mais atractiva, transparente, previsível e estável, de modo a responder às exigências do mercado global e, ao mesmo tempo, salvaguardar os interesses do povo moçambicano” sublinhou Nazário Bangalane. Assim, a legislação a ser aprovada deverá também promover um ambiente favorável à competitividade, fomentar a participação de investidores nacionais e estrangeiros, assegurar uma distribuição justa dos benefícios, garantir a protecção ambiental, em consonância com a agenda global de transição energética, e contribuir para um desenvolvimento socio-económico inclusivo e sustentável. Neste contexto, Moçambique posiciona-se para consolidar o seu papel como um actor estratégico no cenário energético regional e global, contribuindo significativamente para a mitigação do défice energético mundial. As reformas em curso não só promovem o desenvolvimento sustentável e incentivam a integração económica internacional, como também representam uma oportunidade ímpar para transformar os recursos naturais do país em prosperidade para as gerações presentes e futuras. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mze visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
08-04-2025–GOVERNO APROVA O PROJECTO CORAL NORTE FLNG, NA AREA 4 DA BACIA DO ROVUMA

Decisão estratégica do Governo visa fortalecer a economia e fomentar o desenvolvimento do sector petrolífero O Conselho de Ministros de Moçambique, reunido hoje em décima primeira Sessão Ordinária, aprovou o Plano de Desenvolvimento (PdD) do Projecto Coral Norte FLNG, marcando um passo decisivo para a exploração dos recursos de gás natural do depósito Coral Eoceno 441, localizado na Área 4 Offshore da Bacia do Rovuma. Este avanço reflecte a continuidade dos esforços do país em maximizar a produção de gás natural e fortalecer a sua posição como líder regional na produção de Gás Natural Liquefeito (GNL), atender à crescente demanda mundial por GNL, bem como aproveitar a janela de oportunidade, tendo em conta que o gás natural foi eleito a energia de transição. A plataforma flutuante Coral Norte FLNG será uma réplica do modelo Coral Sul FLNG, comprovadamente eficaz para produção em águas profundas, que já exportou 100 cargos de FLNG para o mercado mundial. A escolha deste projecto baseou-se em análises técnicas e económicas que asseguram uma operação optimizada, com investimentos estimados em 7,2 mil milhões de dólares norte americanos. A MRV, operador do projecto, justificou esta opção por ser o meio mais eficaz para desenvolver e explorar o depósito nas perspectivas técnica e económica, obtendo-se como vantagens, a maximização dos ganhos para todas as partes envolvidas, a optimização dos custos e a aceleração na entrada ao mercado para assegurar a potencial demanda de GNL. De acordo com o Plano de Desenvolvimento aprovado, ao longo dos 25 anos de operação, o Governo arrecadará 23 mil milhões de dólares norte americanos em receitas, impostos e outras contribuições. Este projecto prevê ainda a disponibilização de gás natural ao mercado doméstico e condensado produzido para o desenvolvimento de projectos de industrialização do país e, a ser monetizado pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos E.P. (“ENH), bem como a contratação de trabalhadores locais e a implementação de um Plano de Sucessão para aumentar a qualificação da mão-de-obra moçambicana no sector. Segundo o PCA do INP, Nazário Bangalane, a aprovação do Projecto Coral Norte FLNG, representa um marco na estratégia energética do país e um avanço significativo na exploração sustentável de recursos naturais, garantindo que Moçambique reforce sua presença nos mercados energéticos a nível nacional, regional e global. Bangalane referiu ainda que “o Coral Norte FLNG não é apenas uma fonte de receita, mas um motor para o desenvolvimento económico e social, promovendo a criação de emprego e capacitação de profissionais moçambicanos”. São concessionários da Área 4 Offshore da Bacia do Rovuma a Mozambique Rovuma Venture (MRV), um consórcio que inclui a Eni, a ExxonMobil e a China National Petroleum Corporation (CNPC), que detém 70% de participação, a ENH, a Galp e a KOGAS, cada uma com 10% de interesse participativo. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
05-04-25 | CORAL SUL FLNG ATINGE MARCO HISTÓRICO NA ÁREA 4

A plataforma flutuante de gás natural liquefeito, Coral Sul FLNG, operada pela italiana Eni, atingiu um grande marco na produção e exportação de GNL hoje. Em causa está a marca dos 100 carregamentos de GNL a partir da Plataforma flutuante. A unidade fabril, ancorada em águas ultra-profundas ao largo de Cabo Delgado, vem exportando GNL numa base semanal, desde Novembro de 2022. Com o carregamento que se efectuou no fim do dia de hoje, o projecto alcança um dos seus objectivos operacionais que passava por produzir e liquefazer gás natural com óptimos níveis de segurança, fornecendo uma alternativa fiável e mais limpa de energia ao mundo, a partir de Moçambique. O sucesso da Plataforma Coral Sul FLNG consubstancia-se não somente pela entrega de um recurso nacional, gás natural liquefeito, em carregamentos regulares à Ásia, mas também pela participação efectiva de moçambicanos na cadeia deste mega-projecto, contribuindo de forma concreta para uma transição energética segura, economicamente mais equilibrada e inclusiva para Moçambique e para o mundo no geral, num contexto global de transição energética, afirmou Nazário Bangalane, Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo (INP), reagindo ao marco anunciado pelo consorcio da Área 4. Por outro lado, este marco, atesta a qualidade do gás de moçambique e o potencial energético ainda existente, para assistir as necessidades de um mundo ainda sedento de energia limpa, concluiu Bangalane. Este marco surge num momento em que a concessionária e parceiros já trabalham no sentido de encontrar alternativas mais adequadas de expansão do projecto para incrementar os níveis de recuperação de gás na área 4. Refira-se, o empreendimento Coral Sul FLNG é operado pela Eni em representação da Mozambique Rovuma Venture (MRV), um consórcio que inclui a ExxonMobil e a China National Petroleum Corporation (CNPC), que detém 70% de participação. Os restantes 30% estão distribuídos igualmente entre a ENH, a Galp e a sul-coreana Kogas, cada uma com 10%. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
14-03-25 | DESTAQUE-EUA APROVA FINANCIAMENTO AO MOZAMBIQUE LNG

O Projecto Mozambique LNG, liderado pela petrolífera multinacional francesa TotalEnergies acaba de receber luz verde da US Export-Import Bank, agência de crédito do Governo norte americano, ao aprovar o financiamento de aproximadamente 5 mil milhões de dólares norte americanos. A aprovação deste crédito constitui um factor catalisador para a conclusão do processo de financiamento do projecto, aguardando-se somente a aprovação de crédito complementar de outros credores nos próximos dias. Não obstante, este novo desenvolvimento para o Projecto Rovuma LNG cuja magnitude, coloca o entre os maiores investimentos externos em África, dá um novo ímpeto à intenção de se iniciar com a produção de gás natural liquefeito em 2029, o que vai reposicionar Moçambique como um player destacável no concerto das nações produtoras e exportadoras de gás natural liquefeito a nível mundial. Refira-se que o projecto já tinha o financiamento confirmado. Contudo, com a declaração de Forca Maior e consequente paralisação das actividades em 2021 devido a insurgência ocasionada pelas acções terroristas em Cabo delgado, precisava de ser reaprovado. Estevão Pale, Ministro dos Recursos Minerais e Energia, citado pela Reuters em entrevista ao Financial Times, disse que também espera que o Reino Unido e a Holanda reconfirmem o seu apoio ao projecto. Nazário Bangalane, Presidente do Conselho de Administração do INP reagiu à notícia de financiamento com optimismo e satisfação, afirmando que a reconfirmacao deste crédito lança um sinal positivo para todo o sector, aos mercados e especialmente a comunidade empresarial nacional, que com a retoma deste projecto espera ter uma participação substancial na cadeia de suprimento de bens e prestação de serviços. Realçou ainda que o projecto de GNL tem o potencial de transformar a economia de Moçambique através da criação de novos postos de trabalho transferência de competências e tecnologia e colecta de receitas para o estado com repercussões fiscais muito importantes para o país. O projecto na Bacia do Rovuma, no qual a empresa francesa tem uma participação de 26,5%, tem uma capacidade de produzir 13 milhões de toneladas de LNG por ano. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
24-01-25 | 3º CONCURSO PARA A AQUISIÇÃO DE DADOS ATRAI INVESTIDORES EM MOÇAMBIQUE

O 3º Concurso para a Aquisição de Dados Geológicos e Geofísicos, promovido pelo Instituto Nacional de Petróleo (INP) em Moçambique, atraiu um número considerável de proponentes, facto que sustenta expectativas positivas em torno do desfecho que já se avizinha.
24-01-24 | RECURSOS MINERAIS E ENERGIA-MOÇAMBIQUE COM NOVO MINISTRO

O recém empossado Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, nomeou Estevão Tomás Rafael Pale, como novo Ministro dos Recursos Minerais e Energia.
CONVITE PARA A MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE

O Instituto Nacional de Petróleo (INP), pretende contratar uma empresa de consultoria de reconhecida capacidade e competência em Conteúdo Local, no sector de Petróleo e Gás, para auxiliar o INP a desenvolver o seu processo de auditoria e análise, a fim de verificar o grau de cumprimento da implementação das actividades de Conteúdo Local. Leia mais sobre os termos de referência nos PDFs abaixo. Convite para a manifestação de interesse (Serviços de Consultoria para Conteúdo Local) versão portuguesa Invitation for the expression of interest (Local Content Consulting Services) English version
COMUNICADO DE IMPRENSA

1. O Instituto Nacional de Petróleo (INP) anuncia que a Sasol Mozambique PT5-C, Limitada (SMPT5-C) efectuou uma descoberta de gás natural no reservatório G8 do poço Baobab-1.
CORRIDA INP 20 ANOS-FUNCIONÁRIOS DESTACAM-SE NO PÓDIO

Trata-se de Ancha de Sousa, Douglas Muteerwa, Ezequias Matalhava, Inácio Mussane e Naima Capão que percorreram a distância de 10km, alcançando a proeza em menos de uma hora, na categoria de funcionários do INP, para ambos os géneros. A corrida, por sinal a primeira realizada pela entidade reguladora das operações petrolíferas no país, em colaboração com Federação Moçambicana de Atletismo, surge no contexto das festividades dos 20 anos da fundação do INP, tendo juntado na manhã do último sábado (19 de Agosto) mais de 1500 corredores entre populares, federados e veteranos. O gatilho do tiro da partida foi apertado pelo Presidente do Conselho de Administração, Nazário Bangalane, a quem igualmente coube a nobre tarefa de conferir as premiações na companhia de outros dirigentes seniores do INP e de outras instituições parceiras alí presentes, num clima de animação e de celebração entre funcionários do INP, populares, e atletas veteranos e federados. O Presidente do INP, expressou a sua satisfação com o evento, destacando a adesão do público. “Este evento faz parte das celebrações dos 20 anos do INP, e decidimos unir o útil ao agradável, associando as celebrações à promoção da saúde”, afirmou o PCA. Bangalane acrescentou que há planos para realizar futuras edições, uma vez que esta primeira atingiu o objectivo. Embora parco em palavras mas visivelmente satisfeito pela façanha, Douglas Muteerwa, um dos vencedores da partida, disse que o prémio arrebatado era dedicado aos seus pares e família, afirmando que a competição constitui uma oportunidade de realizar actividades físicas, algo benéfico para todos, ao mesmo tempo que foi um momento de celebrar, de forma descontraída, o aniversário da instituição a que está afecto há sensivelmente 5 anos. Refira-se que o evento teve uma componente mista, visto que abriu espaço para a realização de exposições de bens e serviços e emissão de documentos de identificação. O Instituto Nacional de Petróleo é a entidade promotora e reguladora das operações petrolíferas, criada pelo Conselho de Ministros ao abrigo do Decreto n.º 25/2004 de 20 de Agosto, sendo que neste ano assinalou duas décadas de crescimento e realizações.
Assinado um contrato de concessão para pesquisa e produção de hidrocarbonetos

Maputo, 29 de Agosto de 2024 – Trata-se do Contrato de Concessão para Pesquisa e Produção de Petróleo da Área A6-C, localizada no mar, na região de Angoche, da Bacia de Moçambique, em profundidades de água que variam de 1500 a 2500 metros, numa extensão total de 5.600 Km². A atribuição desta área de concessão resultou do 6° Concurso Público para a Concessão de Áreas para Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos, lançando em Novembro de 2021. Este contrato de concessão, foi celebrado pelo Governo de Moçambique, neste acto representado pelo Ministro dos Recursos Minerais e Energia, pela empresa italiana ENI MOZAMBICO, Concessionária e Operadora da área de concessão referida, e pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, ENH (E.P), que representa o interesse comercial do Governo em todas as operações petrolíferas em Moçambique. Outrossim, o mesmo contempla um programa mínimo de trabalho de pesquisa, que inclui a aquisição de 1500 km2 de sísmica, estudos geológicos e geofísicos só no primeiro subperíodo do período de pesquisa. Este contrato de concessão entra em vigor após a o visto do Tribunal Administrativo. Está previsto, um investimento mínimo global na ordem dos USD 168.650.000 (Cento e Sessenta e oito milhões e seiscentos e cinquenta mil dólares dos Estados Unidos da América). O contrato de concessão, prevê ainda, a capacitação institucional, o desenvolvimento e implementação de projectos sociais nas comunidades onde serão realizadas as operações petrolíferas, a contratação de mão-de-obra de obra nacional e oportunidades para o fornecimento de diversos bens e prestação de serviços. Na ocasião, o Ministro dos Recursos Minerais e Energia apelou a ENI para trabalhar em estreita colaboração com o INP e a ENH, com vista ao alcance de um beneficio comum para todas as partes envolvidas e desenvolvimento do pais, tendo ainda recomendado à companhia italiana para cumprir com o programa de trabalho estabelecido no contrato de concessão, observando a legislação em vigor para o sector de petróleos e às boas práticas no que diz respeito a legislação ambiental. Maputo, 30 de Agosto de 2024
ARGEL, 29-02-2024-GECF Reitera Cooperação Contínua e Dialógo sobre Segurança Energética

Esta posição foi assumida, durante a Reunião de Peritos do Fórum dos Países Exportadores de Gás Natural, que analisava as principais questões a serem discutidas durante a 7ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo deste fórum, agendado para 02 de Março corrente, em Argel, capital da República Democrática e Popular da Argélia. Durante a Reunião de Peritos, onde o nosso país foi representado pelo Presidente do Conselho de Administração do INP e Membro Executivo deste Órgão, Nazário Bangalane, foi reiterada a necessidade dos países estreitarem as relações de cooperação e manter um dialogo contínuo, de modo que os países continuem a promover o uso do gás natural para que este continue a jogar um papel crucial na segurança energética global e contribua para o desenvolvimento económico e sustentável dos países membros deste fórum. Para os peritos, há necessidade de assegurar o uso “mais amplo do gás natural nos mercados nacional e internacional, especialmente como medida estratégica para combater a pobreza energética e atingir os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável”, ao mesmo tempo que se incentiva o uso do gás natural como uma fonte de energia segura, fiável e essencial para a transição energética bem como para a diversificação da matriz energética dos países membros. Após o encontro, Nazário Bangalane referiu que “a plataforma de cooperação do GECF tem sido útil na medida em que Moçambique se tem beneficiado da troca de experiência dos países membros no processo de exploração e uso de gás natural como fonte de energia de transição”. À margem da Reunião de Peritos, foi inaugurado o Instituto de Pesquisa de GAS, (GRI – Gas Reaserch Institute), entidade ligada ao GECF que vai auxiliar os países membros na pesquisa sobre o desenvolvimento de tecnologias para a indústria de gás natural. Foi igualmente lançado o GECF Global Gas Outlook 2050, edição de 2023, que apresenta a perspectiva de demanda do uso de gás natural até 2050, reforçando o papel deste hidrocarboneto na transição energética. De acordo com este documento, a demanda de energia vai crescer em 20% entre 2022 e 2050, estimando-se um aumento de produção de gás natural em 3% anualmente, no continente africano, reforçando a importância deste recurso, nas próximas décadas, no suprimento da demanda global de energia. A 7ª Cimeira dos Chefes de Estado e do Governo do GECF decorre sobre o tema “Gás Natural para um Futuro Seguro e Sustentável” e contará com a participação do Presidente da República, Filipe Nyusi. Refira-se que Moçambique tornou-se Membro Observador dos Países Exportadores de Gás (GECF – Gas Exporting Countries Forum), em Fevereiro de 2022. Esta organização serve de plataforma para a troca de experiências e informações, tendo em vista o fortalecimento das relações de colaboração entre os países membros bem como o apoio aos países membros na exploração soberana dos seus recursos em prol do desenvolvimento económico e benefício dos respectivos povos. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
Central A Gás de Temane Mantém Data de Início de Operação

O gás natural dos depósitos de Pande, Temane e Inhassoro vai viabilizar a geração de 450 Megawatts de energia eléctrica para alimentar o país e exportar para a região, através da Central Térmica de Temane. Trata-se da primeira central à gás desta dimensão, construída no país após a independência nacional, que vai produzir energia limpa, facto importante e de grande realce, particularmente nesta fase em que Moçambique estabelece as balizas para a sua Estratégia de Transição Energética. O facto é que a construção deste empreendimento foi iniciada em Março de 2022 e decorre conforme planeado, prevendo-se a sua entrada em operação para 2024. O projecto enquadra-se na política do Governo de Moçambique que adoptou como prioridade impulsionar o desenvolvimento industrial através da utilização de gás natural, criando um quadro legal atraente para os investidores. É dentro deste quadro que uma parceria público-privada formada pela Globeleq, EDM e SASOL, obteve uma concessão válida por 25 anos, devendo, no final do Contrato, transferir-se o activo para o Estado Moçambicano. Espera-se que este projecto aumente cerca de 16% da capacidade instalada de produção de energia no país, contribuindo para resposta à demanda de cerca de 1,5 milhões de famílias, no âmbito do Programa de Acesso Universal à Energia, até 2030. A CTT é detida em 85% pela Mozambique Power Invest (MPI) e 15% pela Sasol África. A MPI é propriedade da Globeleq (76%) e da EDM (24%). Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook, linkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
Hidrocarbonetos – INP promove a avaliação e disponibilidade de mais áreas para pesquisa
O Instituto Nacional de petróleo pretende incrementar o conhecimento e disponibilidade de áreas para pesquisa e desenvolvimento de hidrocarbonetos no país. Para a materialização deste propósito o órgão promotor das operações petrolíferas em Moçambique tem já em avançado estágio de implementação um projecto de cooperação entre o INP e a Core Laboratories-(CoreLab), que preconiza o estudo de rochas de reservatório e selantes. Trata-se, na verdade, da etapa complementar de um estudo com duas fases, sendo esta a segunda do referido estudo regional. Esta parceria permitirá que o INP agregue informações e dados mais optimizados sobre os blocos que já foram alvo de concursos anteriores, melhorando desse modo as condições para que as mesmas áreas sejam sujeitas a negociação directa para potenciais investidores, em conformidade com o disposto no Decreto 34/2015, de 31 de Dezembro. Refira-se que a fase I do projecto, cujo enfoque esteva virado para a Bacia de Moçambique, teve resultados encorajadores, sendo que os respectivos relatórios encontram-se já disponíveis no INP. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook, linkedIn e do Sexto Concurso para estar a par desta e outras matérias de destaque.
Moçambique advoga transição energética justa

Maputo, 04 de Dezembro de 2023 – Esta foi a narrativa do Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, durante o painel que lançou oficialmente a Estratégia de Transição Energética de Moçambique, sábado último, 02 de Dezembro, em Dubai, num evento paralelo à 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, comumente designada COP28. A COP28 decorre num ambiente de crescentes pressões para que os países adoptem medidas mais robustas para a descarbonização e utilização de fontes de energia limpas e mais amigas do ambiente. Entretanto, Moçambique, que contribui com menos de 0.5% de emissões de gases de efeito estufa, defende uma transição energética justa e que permita aos países detentores de recursos fósseis, como é o caso de Moçambique, que detém cerca de 180 TCF’s de recursos de gás natural, a possibilidade de explorá-los de forma sustentável para desenvolver a sua economia e contribuir para a sua industrialização e a segurança energética global. Na sua intervenção durante a COP 28, o Presidente da República referiu que Moçambique está entre os 10 países que mais sofrem com os s efeitos adversos das mudanças climáticas, causando desastres naturais que tem afectado milhões de pessoas e destruido diversas infraestruturas económicas, sociais e produtivas. Por isso, o país apoia iniciativas inovadoras de financiamento como a conversão da dívida pela acção climática, o acesso ao financiamento concessional aos países em desenvolvimento e outras iniciativas que visam reduzir a emissão de gases para a atmosfera. Note-se que, Moçambique que elegeu o gás natural como a sua energia de transição, já possui uma matriz energética limpa, sendo que 70% da energia produzida provém de fontes hídricas, 14% de gás natural e 16% de outras fontes, com destaque para a energia solar, pelo que a sua exploração e produção vai, por um lado, permitir que o país disponibilize o recurso ao mercado global e, por outro, garantir que até 2030 todos os moçambicanos tenham acesso à energia eléctrica, gerada a partir de fontes renováveis e gás natural. A Estratégia de Transição Energética lançada pelo Presidente da República adopta 4 pilares principais, nomeadamente (1) Sistema energético moderno, baseado em fontes de energias renováveis, (2) Industrialização Verde, (3) Acesso universal às energias modernas, e (4) Adopção de energias limpas para transportes, sendo que o segundo pilar prevê um Plano Integrado do Gás Doméstico, a redução gradual da dependência do carvão mineral, a descarbonização da energia do sector da exploração mineira, a extração e processamento sustentável de minerais críticos e estratégia e rota da produção de hidrogénio. Refira-se que a presente Cimeira, que iniciou a 30 de Novembro, decorre sob os auspícios do governo dos Emirados Árabes Unidos, e vai estender-se até o dia 12 de Dezembro. Participam no evento vários líderes mundiais, incluindo dirigentes de países produtores de hidrocarbonetos. O INP integra a delegação do Ministério dos Recursos Minerais e Energia e vai liderar um painel as 10h00 do dia 06 de Dezembro no Pavilhão de Moçambique, para discutir “a contribuição do gás natural na transição energética em Moçambique”. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e linkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
Operador avança com o primeiro poço de pesquisa de hidrocarbonetos

A Eni Mozambico S.p.A prepara-se para executar o primeiro poço de pesquisa na Área A5-A, ao largo do distrito de Angoche, Província de Nampula. Para o feito, já se encontra, na costa de Pemba, a plataforma de perfuração West Capella, propriedade da Aquadrill, contratada pelos concessionários da área, liderada pela Eni e cuja base logística estará sediada em Pemba. Este desenvolvimento ocorre na sequência da conclusão dos trabalhos de avaliação do potencial petrolífero na área concessionada, uma actividade integrada no Programa de Trabalhos acordado com o Governo, no âmbito do Contrato de Concessão para Pesquisa e Produção (CCPP), rubricado em Dezembro de 2018, no decurso do Quinto Concurso de Concessão de Áreas para Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos, o qual se tornou efectivo em Janeiro do ano seguinte. A avaliação do potencial petrolífero, durante este primeiro sub-período de pesquisa da área, culminou com a identificação de dois principais prospectos, designadamente, Raia e Jamanta. Consequentemente, a petrolífera italiana e os seus parceiros decidiram executar um poço no prospecto Raia, com previsão de arranque ainda neste mês de Abril. Um dos propósitos da perfuração do poço Raia-1 é investigar a presença de hidrocarbonetos em complexos turbidíticos do Terciário. Para tal, este poço está programada a atingir uma profundidade de 3425m metros MD. Refira-se que este é o primeiro poço de pesquisa nesta parte da Bacia de Moçambique que terá a particularidade de permitir a recolha de informação geológico e as potencialidade petrolíferas desta região. A área A5-A localiza-se ao largo da costa de Angoche, na província de Nampula, à uma profundidade de lâmina de água que varia dos 300 aos 1800 metros. Com uma extensão de 4,612 km2, esta dista à aproximadamente 30 km de Angoche, cerca de 400 km de Pemba (base logística do Operador) e 220 km de Nacala. O Consórcio que opera na área é actualmente formado pela Eni Mozambico S.p.A. que detém 49.5% de interesse participativo; a Qatar Energy Mozambique, Limitada com 25,5%; a Sasol Petroleum Mozambique Exploration Lda, com 10,0% e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos E.P. com 15%, respectivamente. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook, linkedIn e do Sexto Concurso para estar a par desta e outras matérias de destaque.
Há sinais positivos da retoma de actividades na Bacia do Rovuma

Maputo, 22 de Setembro de 2023 – Num encontro mantido com dirigentes do INP, a ExxonMobil mostrou-se satisfeita com os progressos relativos à segurança no norte de Cabo Delgado, o que os faz prever que a retoma das actividades concernentes ao Projecto Rovuma LNG ocorra muito brevemente. Esta informação foi dada aos gestores do Instituto Nacional de Petróleo (INP) durante um encontro realizado com esta companhia petrolífera à margem da Conferência Internacional sobre as Tecnologias de Gás (GASTECH 2023). A equipa do INP, liderada pelo Administrador do Pelouro de Projectos e Desenvolvimento, José Cidade, participou na edição da GASTECH de 2023, com o objectivo de atrair mais investimentos para explorar o potencial de hidrocarbonetos em Moçambique e implementar projectos de monetização de gás natural no país, que de acordo com o Plano Director de Gás Natural de Moçambique prioriza, entre outros, a geração de energia e produção. Refira-se que o Projecto Rovuma LNG foi interrompido devido a acção de insurgentes no norte de Cabo Delgado, quando decorriam actividades de preparação para a construção da planta de produção e liquefacção de gás natural provenientes do campo Mamba da Área 4 da Bacia do Rovuma. Este projecto, proposto pela Mozambique Rovuma Venture, da qual a ExxonMobil é parceira, prevê a produção de cerca de 15.2 MTPA (Milhões de Toneladas Por Ano) de Gás Natural Liquefeito, através de 2 módulos de produção, em terra, com possibilidade de expansão para 18 MTPA. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook, linkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
INP Apresenta-se Na 58ᵒ Edição da FACIM

De 28 a 3 de Setembro de 2023, Ricatla voltou a ser o centro das atenções da comunidade empresarial, com a realização da 58ª edição da Feira Internacional de Maputo – FACIM, evento em que o INP, uma vez, mais marcou a sua presença. Subordinada ao lema”Diversificação da Economia Nacional no Contexto da Integração Continental”, a 58ª edição da FACIM deu a conhecer o potencial produtivo e exportador do país, bem como promover oportunidades de negócio e investimento nos vários segmentos da actividade económica de Moçambique. Segundo dados dos organizadores do evento, a presente edição, contou com a participação de mais de 10 mil pessoas, acima de 2.500 expositores oriundos de dentro e fora do país, bem como empresas nacionais e estrangeiras. A participação do INP no evento, insere-se no plano do alargamento da projecção nacional e internacional da instituição, com o fim de divulgar o potencial da indústria petrolífera nacional. Para o efeito, já foram mobilizados meios materiais e humanos no complexo da FACIM para que o INP realize, ao longo do evento, uma exposição inteiramente dedicada à apresentação das oportunidades de negócios em toda a cadeia de valor dos projectos de gás natural em implementação em Moçambique, bem como os últimos desenvolvimentos nas áreas concessionadas no 6º concursos de Concessão de Áreas de Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos. O Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, é faz um balanço positivo quanto ao desempenho do INP nesta edição, tendo em conta que um dos objectivos da feira era a promoção das trocas comerciais e integração económica do país no mundo.“O evento constituiu uma plataforma importante para a projecção e divulgação das potencialidades do país em termos de disponibilização de gás natural, considerada energia mais limpa e que vai jogar um papel preponderante no contexto da transição energética” referiu Bangalane, comentando sobre o evento em Maputo. Durante a intervenção, no acto da abertura do certame, o Presidente da República, Filie Jacinto Nyusi disse que o evento proporciona aos investidores a oportunidade de interação, através de seminários temáticos e reuniões no formato b-2-b com o objectivo de promover as oportunidades de comércio, investimentos e estabelecimento de parcerias. Nyusi ainda acrescentou que a economia do país é viável e pronta para colocar o seu potencial na economia continental. Refira-se que o INP realizou um seminário subordinado ao tema Desenvolvimento e Oportunidades de Investimento na Indústria Petrolífera em Moçambique, tendo captado a atenção de vários utentes da Feira. A FACIM é um evento organizado anualmente pela Agência Para a Promoção de Investimento e Exportação – APIEX, constituindo uma expo multissectorial e um dos maiores eventos comerciais do país, com dimensão e projecção internacional. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook, linkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.

